Sou o motivo de alegria dos meus pais. Estou a crescer a cada dia que passa e tenho um mundo enorme para explorar. Agora já tenho companhia: a minha mana Lara
sábado, setembro 26, 2009
domingo, setembro 20, 2009
sexta-feira, setembro 18, 2009
sexta-feira, setembro 04, 2009
Bolas
Pela primeira vez o Gui está doente longe de mim. Febre e garganta inflamada... resultado: está a supositórios para controlar a febre e antibiótico. Vamos ver...
Actualização (6 Setembro): A febre já cedeu. O Gui já está mais animadito mas está sem apetite e com diarreia. Volta amanhã para casa com os avós. Não esteve internado , não... foi passar uns dias com os avós mas já devia ir adoentado.
Actualização (6 Setembro): A febre já cedeu. O Gui já está mais animadito mas está sem apetite e com diarreia. Volta amanhã para casa com os avós. Não esteve internado , não... foi passar uns dias com os avós mas já devia ir adoentado.
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quinta-feira, setembro 03, 2009
...
Hoje estou incompleta. Falta uma parte de mim e assim vou estar durante uns dias ... snif....
Tem uma vantagem: dar mais atenção à piolhita...
Tem uma vantagem: dar mais atenção à piolhita...
terça-feira, setembro 01, 2009
A palavra autista não quer dizer nada...
É este o título de "Grande Reportagem" transmitida no passado domingo no canal SIC. Com tanta expectativa que tinha, soube a pouco, mesmo a pouco. As crianças e adultos com PEA são diferentes. Na sala do Gui, são dois meninos em 14 crianças. Nas outras salas, não existem crianças com esta doença.
Nós começámo-nos a aperceber de que havia qualquer errada com o nosso menino a partir de um ano. Teve um desenvolvimento normal mas alguns indicios faziam-nos pensar que qualquer coisa não estava bem. Ficava no parque muito sossegado e quando falavamos com ele não olhava para nós. O Gui chorava muito, muito mesmo. Tinha crises durante o dia e então durante a noite tinha crises dificeis de controlar e que nos faziam chegar ao desespero. Aprendeu algumas palavras mas depois parece que parou de aprender. Não perdeu essa linguagem mas começámos a ver que não evoluia como as outras crianças. O que nos assustava imenso era as crises (vulgo, birras) descomunais que, por vezes, terminavam em cabeçadas do Gui nas paredes e onde calhasse bater sem que mostrasse sensibilidade à dor. Não tinha interesse por muitas coisas comuns às outras crianças mas tinha interesses muito próprios. Começámos a notar também aqueles momentos de ausência em que estes meninos e meninas ficam no seu próprio mundo. Quando aos dois anos entrou para o infantário pensámos que as coisas iam melhorar. Mas não!... Em Janeiro de 2008, cerca de 4 meses depois da entrada dele, a educadora R. disse que o Gui tinha comportamentos de bébé e os comportamentos estranhos continuavam até no infantário. Achava que o nosso menino devia ser encaminhado para o PIIP de Coimbra para ser avaliado. Saí do infantário com um nó na garganta e com as emoções num rodopio. Até porque na altura já estava grávida de 3 meses da Lara. Aí começou a saga de consultas e avaliações no PIIP e no Centro de Desenvolvimento do Hospital Pediátrico. Começou a ter apoio por uma educadora especial, a P., duas vezes por semana na sala e, em Abril deste ano, após a confirmação do diagnóstico a 6 de Março de 2009, começou a ter a terapia de fala com a R..
O T., o colega do Gui, é uma força só. A adaptação dele ao infantário foi dificil mas desde que está a ser acompanhado, tal como o Gui, tem tido progressos notórios. Quando me vê chegar, vem ter comigo e diz "mamã do Guilhe'me". Os dois marotos têm ciúmes um do outro mas dão-se bem. Este ano vão mudar de educadora de apoio após dois anos com a P.. Vamos ver como corre. De qualquer forma, a educadora do infantário esteve um mês sem ver o Gui e o Tiago por causa das férias e está muito admirada com a evolução. Já comentou comigo que o Gui teve uma evolução muito boa neste tempo. Estamos a tentar ver se é desta que ele larga as fraldas. Com o xixi está a correr bem mas com a parte sólida temos que ter paciência pois ele diz que não quer.
Uma coisa que a terapeuta de fala me disse é que não se deve ter muitas expectativas. Temos de ter uma visão realista da situação porque estas crianças evoluem de acordo com as suas capacidades. Pode naquele momento uma situação não resultar e passado algum tempo já resultar. Já me aconteceu com o Gui. Também depende dos interesses da criança que, no caso do Gui, são muitos. Eles têm coisas boas e outras menos boas. O Gui tem um interesse imenso por publicidade (tudo o que seja anuncios e marcas de produtos, ele sabe), sabe dizer o abecedário TODO (identifica as letras e coloca-as por ordem) e conta até dez tudo certinho. Ainda temos "birras". Com o tempo fomos percebendo que, por vezes, são manifestação de frustração por não ser compreendido. Mas foram diminuindo desde que adquiriu mais linguagem. Sente mais a falta das pessoas mais próximas e manifesta mais afecto. Se dizemos para fazer alguma coisa, obedece sem que dê origem a uma crise.
Não tem sido fácil lidar com toda a situação. Por vezes, parece que acordei dum pesadelo e penso que o meu menino não tem esta doença. Outras vezes, olho para Gui, o meu menino lindo, e penso "Como é possivel? Porque existe esta doença? Porque é que o meu menino tem esta doença?". Noutros dias, tenho a energia suficiente para enfrentar terapias, consultas e avaliações.
O que nos anima é que a Lara não tem aqueles indicios da doença. Tem compensado aqueles pormenores que faltaram no Gui. Vieram mais tarde, mais concretamente. Temos estado atentos ao crescimento da garota e mesmo os meus cunhados estão atentos ao crescimento do filho D. (com dois meses) pois a probabilidade de existir outro caso sobretudo em rapazes é maior. Todas as decisões que habitualmente tomamos para os nossos filhos são mais complicadas quando existe esta doença. Fica a dúvida se estamos a fazer bem pois não sabemos se uma decisão nossa vai afectar os progressos do nosso menino. Eu sei que com um filho dito normal já temos essas dúvidas e responsabilidade.
Uma colega minha há dias quando soube disse-me: "Tu já te apercebeste que tens muito trabalhinho pela frente com o teu filho?!" ao que eu respondi: " O que achas que eu tenho tido nos ultimos 2/3 anos? Achas que estive de férias?!". Não tem sido fácil mas as vitórias, mesmo que sejam pequenas, dão-nos alento e damos por nós, às vezes, "a fazer festa, quase a ir comprar um bolo de aniversário", como disse uma mãe na reportagem, cada vez que elas acontecem. A psicologa do PIIP, ela própria mãe duma menina que é autista (tenho uma história gira com esta menina), disse-me uma coisa importante. O importante para estes meninos e meninas é aprender a serem funcionais, ou seja, fazerem as coisas por eles. Não é aprender a resolver equações matemáticas(não que não consigam ) mas será mais importante aprender a apanhar um autocarro, a comprar um bilhete, a vestirem-se sozinhos, ou seja, tornarem-se independentes para o seu futuro. Claro que que também é bom , para não dizer óptimo, se estas crianças progredirem de tal forma que tenham uma vida dita normal a nivel profissional e pessoal.
Soube bem desabafar pois já cheguei a ouvir de pessoas chegadas que não tenho razão para chorar e ainda não tinha sido confirmado o diagnóstico.
Nós começámo-nos a aperceber de que havia qualquer errada com o nosso menino a partir de um ano. Teve um desenvolvimento normal mas alguns indicios faziam-nos pensar que qualquer coisa não estava bem. Ficava no parque muito sossegado e quando falavamos com ele não olhava para nós. O Gui chorava muito, muito mesmo. Tinha crises durante o dia e então durante a noite tinha crises dificeis de controlar e que nos faziam chegar ao desespero. Aprendeu algumas palavras mas depois parece que parou de aprender. Não perdeu essa linguagem mas começámos a ver que não evoluia como as outras crianças. O que nos assustava imenso era as crises (vulgo, birras) descomunais que, por vezes, terminavam em cabeçadas do Gui nas paredes e onde calhasse bater sem que mostrasse sensibilidade à dor. Não tinha interesse por muitas coisas comuns às outras crianças mas tinha interesses muito próprios. Começámos a notar também aqueles momentos de ausência em que estes meninos e meninas ficam no seu próprio mundo. Quando aos dois anos entrou para o infantário pensámos que as coisas iam melhorar. Mas não!... Em Janeiro de 2008, cerca de 4 meses depois da entrada dele, a educadora R. disse que o Gui tinha comportamentos de bébé e os comportamentos estranhos continuavam até no infantário. Achava que o nosso menino devia ser encaminhado para o PIIP de Coimbra para ser avaliado. Saí do infantário com um nó na garganta e com as emoções num rodopio. Até porque na altura já estava grávida de 3 meses da Lara. Aí começou a saga de consultas e avaliações no PIIP e no Centro de Desenvolvimento do Hospital Pediátrico. Começou a ter apoio por uma educadora especial, a P., duas vezes por semana na sala e, em Abril deste ano, após a confirmação do diagnóstico a 6 de Março de 2009, começou a ter a terapia de fala com a R..
O T., o colega do Gui, é uma força só. A adaptação dele ao infantário foi dificil mas desde que está a ser acompanhado, tal como o Gui, tem tido progressos notórios. Quando me vê chegar, vem ter comigo e diz "mamã do Guilhe'me". Os dois marotos têm ciúmes um do outro mas dão-se bem. Este ano vão mudar de educadora de apoio após dois anos com a P.. Vamos ver como corre. De qualquer forma, a educadora do infantário esteve um mês sem ver o Gui e o Tiago por causa das férias e está muito admirada com a evolução. Já comentou comigo que o Gui teve uma evolução muito boa neste tempo. Estamos a tentar ver se é desta que ele larga as fraldas. Com o xixi está a correr bem mas com a parte sólida temos que ter paciência pois ele diz que não quer.
Uma coisa que a terapeuta de fala me disse é que não se deve ter muitas expectativas. Temos de ter uma visão realista da situação porque estas crianças evoluem de acordo com as suas capacidades. Pode naquele momento uma situação não resultar e passado algum tempo já resultar. Já me aconteceu com o Gui. Também depende dos interesses da criança que, no caso do Gui, são muitos. Eles têm coisas boas e outras menos boas. O Gui tem um interesse imenso por publicidade (tudo o que seja anuncios e marcas de produtos, ele sabe), sabe dizer o abecedário TODO (identifica as letras e coloca-as por ordem) e conta até dez tudo certinho. Ainda temos "birras". Com o tempo fomos percebendo que, por vezes, são manifestação de frustração por não ser compreendido. Mas foram diminuindo desde que adquiriu mais linguagem. Sente mais a falta das pessoas mais próximas e manifesta mais afecto. Se dizemos para fazer alguma coisa, obedece sem que dê origem a uma crise.
Não tem sido fácil lidar com toda a situação. Por vezes, parece que acordei dum pesadelo e penso que o meu menino não tem esta doença. Outras vezes, olho para Gui, o meu menino lindo, e penso "Como é possivel? Porque existe esta doença? Porque é que o meu menino tem esta doença?". Noutros dias, tenho a energia suficiente para enfrentar terapias, consultas e avaliações.
O que nos anima é que a Lara não tem aqueles indicios da doença. Tem compensado aqueles pormenores que faltaram no Gui. Vieram mais tarde, mais concretamente. Temos estado atentos ao crescimento da garota e mesmo os meus cunhados estão atentos ao crescimento do filho D. (com dois meses) pois a probabilidade de existir outro caso sobretudo em rapazes é maior. Todas as decisões que habitualmente tomamos para os nossos filhos são mais complicadas quando existe esta doença. Fica a dúvida se estamos a fazer bem pois não sabemos se uma decisão nossa vai afectar os progressos do nosso menino. Eu sei que com um filho dito normal já temos essas dúvidas e responsabilidade.
Uma colega minha há dias quando soube disse-me: "Tu já te apercebeste que tens muito trabalhinho pela frente com o teu filho?!" ao que eu respondi: " O que achas que eu tenho tido nos ultimos 2/3 anos? Achas que estive de férias?!". Não tem sido fácil mas as vitórias, mesmo que sejam pequenas, dão-nos alento e damos por nós, às vezes, "a fazer festa, quase a ir comprar um bolo de aniversário", como disse uma mãe na reportagem, cada vez que elas acontecem. A psicologa do PIIP, ela própria mãe duma menina que é autista (tenho uma história gira com esta menina), disse-me uma coisa importante. O importante para estes meninos e meninas é aprender a serem funcionais, ou seja, fazerem as coisas por eles. Não é aprender a resolver equações matemáticas(não que não consigam ) mas será mais importante aprender a apanhar um autocarro, a comprar um bilhete, a vestirem-se sozinhos, ou seja, tornarem-se independentes para o seu futuro. Claro que que também é bom , para não dizer óptimo, se estas crianças progredirem de tal forma que tenham uma vida dita normal a nivel profissional e pessoal.
Soube bem desabafar pois já cheguei a ouvir de pessoas chegadas que não tenho razão para chorar e ainda não tinha sido confirmado o diagnóstico.
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quarta-feira, agosto 26, 2009
É oficial
Acabou o pouco sossego que me restava: a garota já anda sem se agarrar e não quer outra coisa!!!
Claro que temos ainda direito a umas quedas e uns gatinhanços, é preciso que se note!...
Claro que temos ainda direito a umas quedas e uns gatinhanços, é preciso que se note!...
terça-feira, agosto 18, 2009
segunda-feira, julho 27, 2009
Em férias
Aproveitamos para fazer aquilo que não conseguimos fazer no resto do ano.
Ainda andamos à volta com o desfralde: o Gui já vai fazer chichi sozinho à sanita. O problema está no cócó: não faz na sanita nem no bacio. Ontem só fez quando a avó lhe pôs a fralda para vir para casa e depois veio para casa sem fralda!... Acho que temos de esperar que ele tenha confiança para fazer na sanita.
Quanto a passeios , ainda não passeámos muito pois a semana passada esteve um pouco "farrusca". Fomos anteontem à Praia Fluvial das Rocas, em Castanheira de Pera. É gira, mas, para miudos tão pequenos, não gostei das condições. Quase não tem sombras (as poucas que há são para alugar), é paga, tudo acimentado... É basicamente uma praia fluvial com aspecto de piscina. Valeu pelo passeio pois passamos pela Serra da Lousã, com um verde magnifico...
O meu sobrinho D. está um giraço. Já fez um mês... A minha sobrinha M. está como qualquer miuda de quase 5 anos: pirosa de tanto cor-de-rosa e tagarela que até chateia. O Gui brincou ontem com ela de tal forma que o meu cunhado teve mandar a filha tais eram os gritos dela. O meu sobrinho M. continua o mesmo mimalhão e a tentar aproveitar-se dos tios maternos e dos avós paternos. Mesmo assim é um meiguço. Precisa de mais estabilidade e menos vontades satisfeitas.
Estamos a meio das férias...
Ainda andamos à volta com o desfralde: o Gui já vai fazer chichi sozinho à sanita. O problema está no cócó: não faz na sanita nem no bacio. Ontem só fez quando a avó lhe pôs a fralda para vir para casa e depois veio para casa sem fralda!... Acho que temos de esperar que ele tenha confiança para fazer na sanita.
Quanto a passeios , ainda não passeámos muito pois a semana passada esteve um pouco "farrusca". Fomos anteontem à Praia Fluvial das Rocas, em Castanheira de Pera. É gira, mas, para miudos tão pequenos, não gostei das condições. Quase não tem sombras (as poucas que há são para alugar), é paga, tudo acimentado... É basicamente uma praia fluvial com aspecto de piscina. Valeu pelo passeio pois passamos pela Serra da Lousã, com um verde magnifico...
O meu sobrinho D. está um giraço. Já fez um mês... A minha sobrinha M. está como qualquer miuda de quase 5 anos: pirosa de tanto cor-de-rosa e tagarela que até chateia. O Gui brincou ontem com ela de tal forma que o meu cunhado teve mandar a filha tais eram os gritos dela. O meu sobrinho M. continua o mesmo mimalhão e a tentar aproveitar-se dos tios maternos e dos avós paternos. Mesmo assim é um meiguço. Precisa de mais estabilidade e menos vontades satisfeitas.
Estamos a meio das férias...
domingo, julho 19, 2009
Coisas dele...
- A prova de que o Natal é quando nós quisermos é ter um filho com um gorro de Pai Natal enfiado na cabeça em pleno Julho a gritar "surpresa" . A surpresa foi ver as horas: eram 6 e meia da manhã!... Iupiii!!! ZZZZZZZZZZZ...
- O garoto liga o leitor de DVD e coloca o DVD dos Linkin Park. Claro que tentou cantarolar o "Numb" e ainda deu direito a um "abanar de capacete"! Como diz um colega de trabalho, o meu filho não é certo...não, Tiago o "ex-bigodes", o meu filho adora música, a mãe é que tem culpa porque ouvia o dito grupo quando estava grávida dele...ups...
- O desfralde está a correr mais ou menos. Tenho andado basicamente de esfregona na mão e pôr calções e cuecas para lavar. A ver vamos como corre agora que estamos de férias e tenho mais tempo. (o garoto foi agora buscar o bacio, fez chichi e veio mostrar)
- O garoto liga o leitor de DVD e coloca o DVD dos Linkin Park. Claro que tentou cantarolar o "Numb" e ainda deu direito a um "abanar de capacete"! Como diz um colega de trabalho, o meu filho não é certo...não, Tiago o "ex-bigodes", o meu filho adora música, a mãe é que tem culpa porque ouvia o dito grupo quando estava grávida dele...ups...
- O desfralde está a correr mais ou menos. Tenho andado basicamente de esfregona na mão e pôr calções e cuecas para lavar. A ver vamos como corre agora que estamos de férias e tenho mais tempo. (o garoto foi agora buscar o bacio, fez chichi e veio mostrar)
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não aguento de tanto rir ou não
sábado, julho 18, 2009
Num instante...
...chegámos aos 11 meses.
A garota está uma espertalhona. Gatinha como se não houvesse amanhã. Já se põe de pé e dá uns passinhos agarrada a nós, aos móveis ou a qualquer coisa que lhe permite ter algum apoio. Adora o irmão, os avós, o pai e a mãe. Come que nem uma desalmada mas não dispensa a sua (a minha) maminha. Estamos então com 4 amostras de dentes.
Dá para ver as diferenças em relação ao irmão quando ele tinha esta idade. Não que ele não andasse, gatinhasse ou tivesse dentes mas ela é mais atenta e, se a chamam, ela olha para nós.

A garota está uma espertalhona. Gatinha como se não houvesse amanhã. Já se põe de pé e dá uns passinhos agarrada a nós, aos móveis ou a qualquer coisa que lhe permite ter algum apoio. Adora o irmão, os avós, o pai e a mãe. Come que nem uma desalmada mas não dispensa a sua (a minha) maminha. Estamos então com 4 amostras de dentes.
Dá para ver as diferenças em relação ao irmão quando ele tinha esta idade. Não que ele não andasse, gatinhasse ou tivesse dentes mas ela é mais atenta e, se a chamam, ela olha para nós.
quarta-feira, julho 08, 2009
Estreia do Gui na piscina
Correu muito bem segundo a educadora e a auxiliar. Obedeceu ao professor que já lidou com crianças com PEA (abreviatura para "Perturbações do Espectro do Autismo"). Simplesmente adorou!!! Resolvemos por o Gui no curso de Verão para ver se ele gostava. Acho que podemos apostar na piscina para o próximo ano lectivo. No infantário que ele frequenta, as crianças só vão a partir dos 4 anos.
Uma vantagem da piscina: as auxiliares comentaram que nunca viram o Gui adormecer tão rápido!!!
Tive pena de não estar presente mas o trabalho não permitiu...
Uma vantagem da piscina: as auxiliares comentaram que nunca viram o Gui adormecer tão rápido!!!
Tive pena de não estar presente mas o trabalho não permitiu...
sábado, julho 04, 2009
Hoje tem sido uma correria...
do Gui a ir buscar o bacio à casa de banho. Até esta hora ainda não teve nenhum "acidente". No infantário dizem-me que ele não se quer sentar no bacio porque quer ficar a brincar. Não sei mas isto cheira-me a esturro. Hoje ainda não obriguei o Gui a sentar-se como aconteceu noutros dias. Tendo em conta que só dois miúdos têm fralda, não seria dificil ter atenção ao Gui. Penso eu...
Actualização: o final do dia não correu muito bem pois deu direito a dois "acidentes" molhados e um mais sólido... snif...
Actualização: o final do dia não correu muito bem pois deu direito a dois "acidentes" molhados e um mais sólido... snif...
quarta-feira, junho 24, 2009
Mais uma novidade
Boa nova!!!
terça-feira, junho 23, 2009
Valeu a pena...
ter tirado um dia de férias para ir com o Gui à consulta de desenvolvimento e passar o resto do dia com os filhotes. O garoto foi buscar duas vezes o bacio para fazer xixi e sentou-se de livre vontade!!
Será que isto quer dizer que ele vai largar as fraldas finalmente?!
Espero que sim por duas razões: a parte económica ( são dois a gastar fraldas) e a independência dele.
Vou pensar positivo, vou mesmo!!!
Será que isto quer dizer que ele vai largar as fraldas finalmente?!
Espero que sim por duas razões: a parte económica ( são dois a gastar fraldas) e a independência dele.
Vou pensar positivo, vou mesmo!!!
sábado, junho 20, 2009
sexta-feira, junho 19, 2009
Estamos vivos, sim!!!
Tenho muito pouca vontade de escrever... Vou visitando os outros blogs e penso em actualizar o nosso cantinho. Mas nahhh!... Até agora só fiz um makeover ao sítio como devem ter reparado...
sábado, maio 16, 2009
QUAL O MEU JEITO DE SER MÃE?
MÃE SINCERA, APRESSADA E ESPONTÂNEA
A mãe com o signo lunar em Áries é toda sinceridade. Apressada, às vezes impaciente, mas quase uma criança na manifestação espontânea de seu amor. O melhor lado que ela tem a oferecer ao mundo é a fé: a crença de que as coisas podem e devem ser melhores do que são. Essa mãe também é voltada para o imediato, para o agora. Sua vida é uma sucessão de momentos intensos como os de alguém que deseja aproveitar ao máximo a vida. Para ela, tudo é à flor da pele. É uma criatura aventureira, mas sabe se dedicar muito bem à tarefa de ser mãe.
Pois...não sei...
A mãe com o signo lunar em Áries é toda sinceridade. Apressada, às vezes impaciente, mas quase uma criança na manifestação espontânea de seu amor. O melhor lado que ela tem a oferecer ao mundo é a fé: a crença de que as coisas podem e devem ser melhores do que são. Essa mãe também é voltada para o imediato, para o agora. Sua vida é uma sucessão de momentos intensos como os de alguém que deseja aproveitar ao máximo a vida. Para ela, tudo é à flor da pele. É uma criatura aventureira, mas sabe se dedicar muito bem à tarefa de ser mãe.
Pois...não sei...
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