...com a vida porque quando esta nos prega partidas nós conseguimos ou pelo menos tentamos lidar com a situação. Mas, quando atinge os nossos filhos, não é justo!... É o sentimento cá em casa: uma injustiça. De repente, o mundo desaba em cima de nós porque o que mais receavamos confirma-se ao fim dum ano de incertezas e de esperança.
"Podia ser pior" ou "já se tinha falado nessa possibilidade", dizem-nos. Não conforta e agora temos que aceitar que o nosso filho vai ser diferente, que poderá não ter à partida as mesmas possibilidades que os outros meninos da idade dele. Ver então o diagnóstico em 3 folhas de papel acaba com qualquer ânimo de mãe ou pai (sim, porque o pai cá de casa está de rastos, apesar de não o dizer)...
Apetece-me meter o meu filho numa redoma e protege-lo desta sociedade que não sabe aceitar bem quem é diferente...